Logos Fm

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Rússia revela que Estado Islâmico possui armas químicas e as usou em regiões de Síria e Iraque

Rússia revela que Estado Islâmico possui armas químicas e as usou em regiões de Síria e IraqueO governo da Rússia anunciou que conseguiu confirmar que o grupo terrorista Estado Islâmico possui tecnologia para produzir armas químicas em escala, e que já teriam usado tais armas em regiões de Síria e Iraque.
A declaração, preocupante, foi feita pelo diretor do Departamento de Assuntos de Não-Proliferação e Controle de Armas do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Ulianov, na última quinta-feira, 29 de outubro, de acordo com informações da agência de notícias ANSA.
“Foram registrados muitos exemplos de usos de armas químicas na Síria e no Iraque por parte de militantes do Estado Islâmico”, afirmou Ulianov, que destacou o fato de que “não se trata apenas do uso de cloro com fins militares, acusação que também recaiu sobre Damasco [sede do governo sírio]”.
Segundo Ulianov, “há indícios de uso de verdadeiras armas químicas, como gás mostarda e lewisite [um tipo tóxico de gás], cuja a produção exige tecnologias complexas”.
A Rússia tem sido o país de ações mais agudas contra o Estado Islâmico nos últimos meses. A partir de setembro, o país – que é aliado do presidente da Síria, Bashar al-Assad – passou a realizar bombardeios com o propósito declarado de conter o avanço dos terroristas e impedir o recrutamento de cidadãos de países da antiga União Soviética.
Em contraponto, os Estados Unidos e alguns países europeus, que formam uma coalizão, dizem que a Rússia tem aproveitado os bombardeios contra o Estado Islâmico para atingir grupos rebeldes da Síria que lutam contra Assad.
No entanto, os Estados Unidos e países europeus, que integram uma coalizão internacional, acusam Moscou de, na verdade, atacar rebeldes e opositores ao ditador sírio, Bashar al-Assad, para fortalecer o regime local, um aliado seu na região.Até a entrada da Rússia de forma mais efetiva no conflito, os Estados Unidos vinham baseando sua estratégia de combate ao Estado Islâmico no treinamento e fornecimento de armas a grupos rebeldes opositores a Assad, para que estes combatessem os terroristas. No entanto, após o treinamento, esses grupos passavam a atacar apenas as forças do governo, ignorando o Estado Islâmico, afinal os terroristas também são opositores do presidente.
Agora, o governo norte-americano estuda a possibilidade de enviar tropas para a linha de frente no combate ao Estado Islâmico, uma mudança radical na estratégia inicial.


sábado, 31 de outubro de 2015

A Fé do Sertanejo e a resposta de Deus.( Foto: do Satélite mostra águas de Minas Gerais vindo em direção ao Sertão)

Foto tirada do Satélite mostra águas do rio São Francisco vindo do estado de Minas Gerais em direção ao sertão nordestino. A lista de cor marrom mostra águas novas já ocupando áreas que se encontrava em situação de calamidade. Em poucos dias teremos boas notícias em nossa região.
Mas uma vez a Fé do povo Sertanejo é respondida, o nosso Senhor Deus com sua imensa  Fidelidade e Misericórdia, derramará chuvas, as águas do rio São Francisco (velho chico) irão transbordar e o que era seco, deserto vai tornará terras frutíferas.

 2 Crônicas: 7. 14. 

"e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. 15. Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar. 16. Pois agora escolhi e consagrei esta casa, para que nela esteja o meu nome para sempre; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração perpetuamente."

Não foi eu, nem Pastor e nem Apostolo é a mão do Senhor, é ele que manda, tudo está a seu comando.

Malaquias 3:10

.... se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Disputa por água pode levar a colapso na fruticultura irrigada do Vale

Uma longa matéria publicada pelo Portal NE-10, no último final de semana, destacou mais uma vez a fruticultura irrigada no Vale do São Francisco. Deveria ser um ponto positivo para a região, uma vez que o setor vive um bom momento devido à alta do dólar. Mas não é.
trabalhadora na fruticultura
Infelizmente o principal foco do assunto é a ameaça de faltar água no maior perímetro irrigado do Vale, o Senador Nilo Coelho. E tudo por uma disputa pelo bem mais precioso do planeta.
 A Cemig – empresa mineira que administra a Barragem de Três Marias (MG) – faz questão de reter 100 metros cúbicos por segundo. Ao “segurar” este volume no Sudeste, a Cemig impede que a Chesf o receba no Lago de Sobradinho (BA), no São Francisco. Por conta disso, não só o agronegócio da região é colocado em risco, como as populações de Afrânio e Dormentes (ambas no Sertão do São Francisco), que dependem da água do perímetro Senador Nilo Coelho para beber.
Se o atual nível do Lago de Sobradinho, que está atualmente em 5,73% de sua capacidade, não receber chuvas suficientes para reverter esse cenário, ou a Cemig não ceder, é muito provável que o perímetro de Petrolina pare as atividades na primeira semana de dezembro. Os tão alardeados flutuantes, que estão sendo instalados no leito do Velho Chico, só deverão evitar questões como essas a partir do ano que vem. Resumo desta ópera: se não houver bom senso ou mobilização política (ou as duas coisas) para evitar o pior, todo mundo verá o que ninguém esperar ver

“Sou muçulmano”, afirma ex-presidente Lula ao se negar a falar sobre escândalos de corrupção

“Sou muçulmano”, afirma ex-presidente Lula ao se negar a falar sobre escândalos de corrupçãoO ex-presidente Lula afirmou que é muçulmano durante uma entrevista concedida na Feira Nacional da Reforma Agrária, em São Paulo, no último sábado, 24 de outubro.
Os jornalistas o inquiriram sobre questões ligadas aos escândalos de corrupção e os rumos políticos do governo federal, regido por seu partido, o PT. Segundo informações do Correio Braziliense, para evitar responder as perguntas, Lula saiu-se com essa: “Sou muçulmano e não falo sobre política no sábado”.
A afirmação do ex-presidente, usando a característica sabatista da religião muçulmana para evitar um tema que é recorrente desde que os primeiros escândalos de corrupção foram revelados em seu mandato – como no caso do mensalão – revela mais proximidade com o islamismo do que aparenta, já que durante seu governo, as relações brasileiras com países como o Irã, que é uma teocracia regida pelo islamismo, perseguidora de cristãos, se estreitaram.
Lula é habituado a recorrer às religiões de forma banalizada, sempre resultando em polêmicas. Em 2011, o ex-presidente desdenhou da parábola de Jesus sobre a entrada do rico e do pobre no Reino dos Céus (Lucas 18:25), dizendo que o céu deve ser vivido aqui na terra, com os pobres tendo direito de viver bem como os ricos.
“Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro […] Queremos que todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivos. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo” disse.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Sobradinho: Barragem terá quase R$530 mil para conter efeitos de seca

Sobradinho: Barragem terá quase R$530 mil para conter efeitos de seca
Municípios do entorno da Barragem do Sobradinho, no Sertão do São Francisco, devem receber recursos para compra de equipamentos, identificação de pontos de captação de água e intervenções emergenciais em sistemas de abastecimento. Para estas ações, a Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento do Estado (SIHS) informou que o governo vai aplicar quase R$530 mil, autorizados nesta quarta-feira (21). Segundo a SIHS, o diagnóstico emergencial foi feito nas cidades de Barra, Bom Jesus da Lapa, Carinhanha, Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Paratinga, Pilão Arcado, Rodelas, Remanso, Sento Sé, Serra do Ramalho, Sítio do Mato, Sobradinho e Xique-Xique. Ainda segundo o governo, a Barragem do Sobradinho está atualmente com apenas 5,59% do volume útil de armazenamento. A previsão é que no final de novembro o lago chegue ao volume morto, quando o nível da água alcançará 5,45 bilhões de metros cúbicos.    

Sobradinho deve chegar ao volume morto em novembro; SIHS libera R$ 529 mil

Sobradinho deve chegar ao volume morto em novembro; SIHS libera R$ 529 milA Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) autorizou nesta quarta-feira (21) a liberação de R$ 529 mil para iniciar ações de apoio aos municípios localizados às margens do Lago de Sobradinho, no Vale do São Francisco, maior reservatório do Nordeste, que está com 5,59% de seu volume útil, com previsão de chegar ao volume morto no final de novembro. Os recursos poderão ser utilizados para aquisição de equipamentos, identificação de pontos de captação de água e intervenções emergenciais em pequenos sistemas de abastecimento nas sedes e distritos da região. A pasta já fez o diagnóstico emergencial nas cidades de Barra, Bom Jesus da Lapa, Carinhanha, Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Paratinga, Pilão Arcado, Rodelas, Remanso, Sento Sé, Serra do Ramalho, Sítio do Mato, Sobradinho e Xique-Xique. De acordo com o governo do Estado, quando o nível da barragem alcançar o volume morto, terá disponível 5,45 bilhões de metros cúbicos, suficiente para garantir o abastecimento de água para consumo humano por mais 3 meses, até o retorno do período de chuvas. “Porém, a antecipação das ações, o planejamento e o mapeamento das áreas críticas é fundamental para diminuir os conflitos pelo uso da água, trazendo segurança hídrica e qualidade de vida para a população”, destacou Cássio Peixoto, titular da SIHS. O secretário ressaltou que o volume morto prospectado é considerado apenas para geração de energia, “uma vez que a água ainda poderá ser captada nas margens do lago e ser utilizada para a manutenção da vazão do rio a jusante da barragem [depois do lago, no sentido da foz]”. A SIHS, em articulação com a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), do Consórcio Sertão do São Francisco e do Comitê de Convivência com o Semiárido, pretende diminuir os impactos da estiagem nos 135 municípios em situação de emergência por causa da seca. “Nosso foco é o abastecimento humano, mas não podemos descuidar da agropecuária e da agricultura familiar que também precisam de água para a produção”, avaliou o secretário da SIHS, Cássio Peixoto. No Oeste e em outras regiões do estado, a pasta está identificando os povoados e sedes com áreas vulneráveis, acompanhando as perspectivas de chuvas e fazendo entregas de sistemas de abastecimento de água.     

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Situação é crítica na barragem de Sobradinho, no Rio São Francisco O volume de água do Lago de Sobradinho alcança a preocupante marca de 6,5%




Foco. Preocupação maior é com a água para a população, e não com a geração de energiaBRASÍLIA - Com apenas 6% de água armazenada, o reservatório de Sobradinho vive o risco de entrar em colapso e comprometer o abastecimento de água da região Nordeste. Dia após dia, piora a situação da represa, a segunda maior "caixa d'água" do País, localizada no Rio São Francisco, na Bahia.
Os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontam que, mesmo após uma série de medidas para guardar água, a queda no volume da represa é diária e a situação tende a piorar nos próximos dias, por conta da escassez das chuvas. Na próxima semana, a expectativa é de que chova apenas 26% da média histórica da região Nordeste para esta época do ano. Com esse resultado, todos os reservatórios do Nordeste, que estão hoje com 11% de capacidade, devem cair para cerca de 8%.
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O caos de Sobradinho já serviu para produzir uma pilha infindável de processos contra a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), estatal do Grupo Eletrobrás que opera oito hidrelétricas no São Francisco. Mais de 300 ações judiciais chegaram à empresa, apresentadas por pessoas e empresas que se sentiram prejudicadas pela constante redução da vazão do reservatório.
José Carlos de Miranda Farias, presidente da Chesf, diz que "a situação é preocupante e merece toda a atenção", mas afirma que a redução do volume de água liberado pelo reservatório de Sobradinho respeita um conjunto de decisões técnicas e determinações feitas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Além disso, segundo Miranda, a diminuição de vazão é o que ainda tem permitido o acesso à água na região.
"Hoje, estamos com uma vazão de 900 metros cúbicos por segundo. Se não existissem os reservatórios e a possibilidade de controle, a vazão natural na região de Sobradinho seria hoje de 300 metros cúbicos", diz Miranda. "Temos explicado para a população que essas são decisões necessárias para que não haja colapso. Se mantivéssemos as vazões normais, não haveria água hoje."
Três Marias. Duas semanas atrás, a Agência Nacional de Águas (ANA) alterou a vazão da usina de Três Marias, que é o reservatório de cabeceira do Rio São Francisco e que fica antes de Sobradinho. Segundo maior da bacia, Três Marias teve seu volume de água ampliado de 300 m³ para 500 m³ por segundo, para tentar garantir que Sobradinho chegue em condições mínimas de operação em novembro, quando começa o período chuvoso.
São grandes os riscos, porém, de que Sobradinho zere seu reservatório e atinja o "volume morto", como aconteceu com o Cantareira, em São Paulo. Essa possibilidade até já foi aventada, meses atrás, pela ANA.
A preocupação hoje não está relacionada a risco de falta de energia, dado que há um conjunto de usinas térmicas em operação na região, além de conexões com o sistema interligado nacional, que garante o acesso à energia. O problema é garantir água para a população.
Por meio de nota, a ANA informou que continua monitorando a bacia do São Francisco "com a atenção que a situação requer, tendo em vista que o início da estação chuvosa pode atrasar". Segundo a agência, está prevista para a última semana de outubro uma reunião com representantes de todos os setores usuários da bacia e representantes do poder público para avaliar a situação.

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